sábado, 6 de fevereiro de 2010

Camuflagem


Ó, árvore de gelo que balanças,
enlaças a vida em duas tranças.
Ó, saudade viva que envolve este ar,
e devolve a paz quando descansas.

És tu esse vento que sopra de verdade?
Essa nova força que estremece a cidade?
Essa geometria, simetria, equidade,
essa dimensão sem igual e sem maldade?

Não sejas a negra nuvem que esconde o que não alcanças.
Não percas o teu tempo, camuflando histórias e lembranças.


Rita f.

5 comentários:

Carla Santos disse...

Adorei!+.+
Esta mesmo lindo!As palavras,a mensagem!;DD


BeijinhoS

Niqui disse...

Que post tão bonito *.*

Niqui disse...

O poema enquadra-se mesmo !
Obrigada :)

- Gabriela L disse...

Esta mesmo perfeita e lindo querida =)
Adorei como sempre as tuas palavras *.*

Beijos

- maria margarida. disse...

- adoro o teu blog, tens textos mesmo lindos $:
- vou seguir*
- beijinhos (: